Blog de Música
20 de Outubro de 2005

00007t91  Raphaelnet.com


YO SOY AQUEL


Manuel Alejandro


Yo soy aquel
Que cada noche te persigue
Yo soy aquel
Que por quererte ya no vive


El que te espera
El que te sueña
El que quisiera ser dueño
De tu amor, de tu amor


Yo soy aquel
Que por tenerte da la vida
Yo soy aquel
Que estando lejos no te olvida


El que te espera
El que te sueña
Aquel que reza cada noche
Por tu amor


Y estoy aqui, aqui
Para quererte
Estoy aqui, aqui
Para adorarte


Yo estoy aqui, aqui
Para decirte
Que como yo
Nadie te amo


Yo soy aquel
Que por tenerte da la vida
Yo soy aquel
Que estando lejos no te olvida


El que te espera
El que te sueña
Aquel que reza cada noche
Por tu amor


Y estoy aqui, aqui
Para quererte
Estoy aqui, aqui
Para adorarte
Yo estoy aqui, aqui
Para decirte
Amor, amor, amor, amor

publicado por Correcaminhos às 10:32
sinto-me:
19 de Outubro de 2005

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Pirataria de obras de autor controlada dentro de 15 anos.
Ideia foi defendida por Nuno Gonçalves no decorrer de um seminário sobre Direito de Autor e a Sociedade de Informação

A contrafacção, vulgo pirataria, de obras, através da Internet, poderá ser controlada dentro de 15 anos. Um controlo que nunca será total, mas que evoluirá para níveis que não ponham em causa os respectivos nichos de negócio, nos quais se incluem as indústrias cinematográfica e discográfica.
O "timing" foi defendido, no Funchal, por Nuno Gonçalves, do Gabinete de Direito de Autor, no decorrer de um seminário sobre "O Direito de Autor e a Sociedade de Informação", promovido pelo NESI da Secretaria da Educação.
Nuno Gonçalves acredita que existirá sempre pirataria em maior ou menor dimensão. O importante é «conseguirmos controlar a contrafacção até domínios que não ponham em causa os negócios normais e legítimos».
Negócios esses que, actualmente, estão parcialmente em causa, numa situação que o nosso interlocutor entende que corresponderá a um período de transição, onde é natural uma certa «ebulição, e a ideia de que tudo é possível, de que não há lei e de que tudo é nosso e gratuito». Progressivamente, a situação «vai atingir contextos mais racionais e com regras mais precisas».
Nuno Gonçalves diz que será a mesma tecnologia que criou os problemas a criar as soluções.
«Serão autênticos programas de computador que vão controlar o acesso e os diferentes usos das obras disponíveis "on-line"», explica.
Nuno Gonçalves alerta, contudo, para a necessidade de manter um equilíbrio entre o interesse de protecção das obras, que é legítimo, e o interesse dos utilizadores. Deve ser desenvolvida uma «luta fraternal, entre a necessidade de protecção da criação, que é fundamental para que haja cultura, e a necessidade das obras estarem acessíveis ao público em geral». «Não devemos, nem podemos, criar demasiados encargos ou demasiadas dificuldades e obstáculos técnicos ao acesso do público a essas obras, porque está em causa o princípio do acesso à livre informação», vincou.
No seminário, que teve como convidados para debate Iolanda Silva, da UMa, e Emanuel Silva, jornalista do DIÁRIO, foram ainda abordados os direitos de autor dos jornalistas. A este propósito, Nuno Gonçalves defendeu que as chamadas notícias do dia, ou de agenda, não devem estar sujeitas aos direitos de autor. Só as reportagens, e artigos de opinião, ou outros trabalhos mais criativos devem estar num regime de protecção dos respectivos autores e seus direitos.
Afinal, nas notícias de agenda está em causa a simples divulgação de dados, e não um trabalho criativo.
Foto e texto na Edição On-line do
Diário de Notícias da Madeira.

publicado por Correcaminhos às 10:01
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18 de Outubro de 2005

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Piazzollíssimo no Teatro Municipal
Amigos do Conservatório arrancam temporada com um concerto inteiramente constituído por obras de Astor Piazzolla

A Associação dos Amigos do Conservatório de Música da Madeira (AACMM) principia a sua nova temporada de concertos com um evento musical denominado "Piazzollíssimo", inteiramente dedicado ao compositor argentino Astor Piazzolla, o famoso mestre do tango e especialista do "bandoneón". As obras de Piazzolla serão tocadas por cinco intérpretes, todos de nacionalidades diferentes, nomeadamente o violinista Pawel Sadlowski (Polónia), o acordeonista Jean-François Beauchat (Suíça), o pianista András Hennel (Hungria), o guitarrista Luciano Lombardi (Itália), e o contrabaixista Elias Farraiz (Venezuela).

Do programa constam as peças "Primavera Porteña", "Verano Porteño", "Otoño Porteño", "Invierno Porteño", "Ressurrección del Angel", "Tango Suite", "Milonga del Angel" e "Le Grand Tango". Os bilhetes para este concerto, que se realiza na próxima quinta-feira, pelas 21h30, no Teatro Municipal Baltazar Dias, estão à venda no local.

Pawel Sadlowski nasceu em 1972 em Wroclaw, na Polónia, e iniciou os seus estudos do violino com sete anos de idade. Graduou-se em 1996 na Academia Superior de Música da mesma cidade. Participou em vários projectos em diversos géneros musicais, desde a música sinfónica e de câmara à música ligeira e teatral. Vive na Madeira há cinco anos e ensina no Conservatório/Escola Profissional das Artes da Madeira (como, de resto, todos os outros músicos que tocarão neste concerto).

Jean François Beauchat, por seu turno, nasceu em Porrentruy, Suíça, em 1958. Começou a estudar acordeão aos nove anos, registando uma evolução rápida que o levou a participar em concursos nacionais e internacionais, por exemplo na final da Coupe Suisse de l´Accordéon em Luzern, no Grand Prix Européen e no Trofeo Mondial del Acordeon, em Barcelona. Diplomou-se em Lausanne em 1974. Iniciou estudos de piano em 1972. Concluiu o curso superior em 1983. De 1979 a 1981, também frequentou o Conservatório de Lausanne. Desde 1984, ensinou em diversas escolas e conservatórios na Suíça e em Portugal, onde deu numerosos concertos. Obteve em 1985 o segundo prémio de composição para acordeão solo, concedido pela Fundação Marylong, em Zurique. Em 1990, teve uma brilhante participação no Terceiro Festival Internacional do Acordeão em Crans/Montana, na Suíça, onde foi acompanhado pela orquestra do célebre acordeonista André Verchuren. Além de ser intérprete, dedica-se também à composição.

András Hennel nasceu em Debrecen, Hungria, em 1961. Com dez anos, começou a estudar composição e piano no Conservatório "Zoltán Kodály", na sua cidade natal. Em 1980, entrou na Academia de Música "Ferenc Liszt", em Budapeste. Ali estudou piano com Sándor Falvai (actual reitor) e música de câmara com dois membros do Quarteto de Cordas "Béla Bartók". Terminou estudos em 1985 com a classificação "excelente". Foi professor efectivo da Escola Superior de Música "Ferenc Liszt" em Debrecen, leccionando mais tarde no Conservatório "Béla Bartók", em Miskolc e no Conservatório "Zoltán Kodály", em Debrecen. Tocou em vários países e reside na Madeira desde 1990.

Luciano Lombardi nasceu na cidade italiana de Piombino em 1963. Discípulo do célebre Alirio Diaz, fez o Curso Superior de Guitarra no Conservatório "Santa Cecília", de Roma. Estudou em Siena com Achille Lemmi, Cláudio Scala e Lorenzo Fattorini, na Universidade. Também trabalhou com o famoso compositor Ennio Morricone na Accademia Chigiana. Reside em Portugal desde 1997.

Finalmente, Elias Farraiz estudou no Conservatório "Simon Bolívar", em Caracas, e no Conservatório de Música da Madeira. Frequentou "masterclasses" com professores como Ludwig Streicher, Gottfried Engels, Néstor Blanco ou Gary Karr. Foi contrabaixista de orquestras em Caracas e na Madeira.
Foto e texto na Edição On-line do
Diário de Notícias da Madeira.

 

publicado por Correcaminhos às 10:08
17 de Outubro de 2005

0002ax2b Gilberto Gil


MADALENA
(Entra em beco, sai em beco)
Isidoro / adapt: Gilberto Gil


Fui passear na roça
Encontrei Madalena
Sentada numa pedra
Comendo farinha seca
Olhando a produção agrícola
E a pecuária
Madalena chorava
Sua mãe consolava
Dizendo assim
Pobre não tem valor
Pobre é sofredor
E quem ajuda é o Senhor do Bonfim


Entra em beco, sai em beco
Há um recurso, Madalena
Entra em beco, sai em beco
Há uma santa com seu nome
Entra em beco, sai em beco
Vai na próxima capela
E acende uma vela
Pra não passar fome

publicado por Correcaminhos às 16:52
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16 de Outubro de 2005

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"Batida" dos D´ZRT contagia milhares de fãs madeirenses
Milhares de fãs não quiseram perder a oportunidade de ouvir a música do "furacão" D´ZRT que varre o país de ponta a ponta

Cerca de seis mil espectadores vibraram, saltaram e cantaram ao som da música do fenómeno nacional de música, os D´ZRT, que deram tudo por tudo para compensar os seus fãs pela ausência na sessão de autógrafos no MadeiraShopping, na tarde de ontem.

A chuva grossa que se fazia cair por volta das 21h10 ameaçava "arrefecer" os ânimos do milhares de fãs, a grande maioria dos quais constituídos por crianças e jovens entre os cinco e os quinze anos de idade. No entanto, pelos vistos, São Pedro até simpatizou com a noite, pois na hora do concerto estava um céu limpo.

Pouco depois das 21h30, a chegada do "quarteto fantástico" ao palco montado no Liceu Jaime Moniz foi saudada com uma onda de entusiasmo desenfreado, com o público a rivalizar com a música do grupo, em termos de decibéis. Pais seguravam filhos ao colo e carregavam-nos às costas, para que estes pudessem ver melhor os seus ídolos em actuação.

Fazendo jus à sua fama, David, Zé Milho, Ruca e Tó Pê (cujas siglas servem de base para o nome do grupo) entusiasmaram os presentes com a sua energia, entrecortando as coreografias ao estilo do hip-hop, com a "batida" da música e as letras "pop" do seu estilo musical.

Lançando constantes apelos ao público, este grupo foi um exemplo de entrega aos fás, interpretando durante pouco mais de uma hora e meia as músicas do contentamento dos que acompanham, religiosamente, a novela "Morangos com Açúcar". Canções como Estar Ao Pé De Ti, Amanhã Não Sei e I Don´t Wanna Talk About It fizeram as delícias dos presentes, mas o verdadeiro delírio chegou aos primeiros acordes de Para Mim Tanto Faz.

Em conferência de imprensa anterior ao concerto, os D´ZRT reiteraram desculpas pelo sucedido na sessão de autógrafos, que deveria ter decorrido no MadeiraShopping. Por razões de segurança, tanto do próprio grupo como ainda mais das crianças presentes no local, a organização resolveu cancelar a iniciativa. Em jeito de compensação, prometeram o dobro da entrega no concerto.
Foto e texto na Edição On-line do
Diário de Notícias da Madeira.

publicado por Correcaminhos às 13:07
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criado em 12 de Julho de 2005
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