Blog de Música
14 de Julho de 2005

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SANDOVAL NO VI FUNCHAL JAZZ
Apoteótico, é como se pode considerar o encerramento do VI Funchal Jazz, ontem, na Quinta Magnólia, cenário de uma noite intensa cujo arranque dado pelos B Flat Blues Band foi complementado pela actuação de luxo do trompetista Arturo Sandoval que brindou a assistência estimada em 2.500 pessoas, segundo a organização, com o seu virtuosismo.
Ou seja, mais uma vez, o Funchal Jazz terminou de forma brilhante deixando o "apetite" para a próxima edição que, segundo Avelino Tavares, António Ferro e André Sarbib, os membros da organização, «já está a ser preparada e promete surpreender».
Não acusando a responsabilidade de abrirem o concerto da "estrela" Sandoval, António Mão de Ferro (guitarra), António Ferro (viola baixo), Chico Cardoso (bateria), Paulo Veloso (piano/hammond), o madeirense Miguel Pires (voz), esta a formação do B-Flat Blues Band, a que se juntou o convidado Carlos Polónia (guitarra/voz), ofereceram uma actuação bem conseguida marcada por constante energia que da parte da assistência foi sublinhada por prolongadas ovações.
Acentue-se que o público, formado por diversos níveis etários, "viveu" intensamente as três noites do Funchal Jazz, não poupando aplausos aos artistas, uns mais consagrados do que outros, que se apresentaram na Quinta Magnólia.

MISTURA EXPLOSIVA DE SONS
Com a subida ao palco de Arturo Sandoval, Ed Calle (saxofone), Armando Gola (contrabaixo), Javier Concepcíon (piano), Tomas Cruz (percussão) e Alexis Arce (bateria), instalou-se no Quinta Magnólia uma mistura explosiva de sonoridades.
É que o jazz, rock e a música latina juntaram-se num "cocktail" irresistível marcado pelo virtuosismo de Arturo Sandoval, através de solos que deixaram boas recordações a todos quantos tiveram a oportunidade de assistir ao concerto que foi uma importante celebração à música.
Agora resta aguardar pelo VII Funchal Jazz, festival que, sem dúvida, é um marco turístico da Região.

BALANÇO DO FESTIVAL É POSITIVO
No diálogo mantido com a organização do Funchal Jazz durante as três noites de festival, a tónica dominante foi a satisfação «como o programa decorreu e, sobretudo, o grande interesse do público». «Balanço do festival é positivo», foi a opinião unânime de Avelino Tavares, António Ferro e André Sarbib, os responsáveis pelo festival.
Por outro lado, importa salientar a perfeita coordenação dos espectáculos e o cumprimento, tanto quanto possível, dos seus horários, procurando manter sempre vivo o interesse da assistência. Esta, por seu lado, correspondeu a todo este esforço, demonstrando que o Funchal Jazz já faz parte, por mérito próprio, do circuíto de grandes eventos que durante o ano acontecem pela Região, pelo continente e também no estrangeiro.
Finalmente, referência para a elevada qualidade do som e iluminação do festival, reflexo do trabalho de uma competente equipa de profissionais que, mais uma vez, brilharam a grande altura no festival que regressará em 2006.
Foto e texto na Edição On-line do
Diário de Notícias da Madeira

publicado por Correcaminhos às 10:26
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